Loja
Selecione o checkbox dos títulos que deseja comprar:
Produção científica: doutorando Alfredo Feio da Maia Lima e Prof. Dr. Stelio Pacca Loureiro Luna (FMVZ/Unesp - Botucatu)
Tempo aproximado dos procedimentos demonstrados: Paramentação 4:50' Mesa cirurgica 3:50' Cães: macho 4:10' e fêmea 12:10' Gatos: macho 5:20' e fêmea 8:50'
A obra detalha aspectos básicos de anatomia, fisiologia, bioquímica e medicina veterinária interna, com o objetivo de facilitar a utilização desse importante tratamento de suporte. Aborda os diferentes equipamentos e procedimentos usados para a hidratação do animal, os fluidos utilizados, além de trazer exemplos de cálculos para determinação do tipo, volume e velocidade de administração do fluido ao paciente, aumentando a eficácia do tratamento. Todo este conteúdo é apresentado pelos autores com quadros didáticos e fotografias
Fabiano Montiani-Ferreira: Médico veterinário. Senior Veterinary Student Program - Animal Medical Center, NY, EUA. Mestre em Ciências Veterinárias - Patologia Animal. Professor Assistente de Clínica Médica de Pequenos Animais. Departamento de Medicina Veterinária - Setor de Ciências Agrárias - Universidade Federal do Paraná. Estudante do Programa de PhD - Michigan State University, MI, EUA.
José Ricardo Pachaly: Médico veterinário. Mestre em Ciências Veterinárias - Patologia Animal. Doutor em Ciências Biológicas - Zoologia. Professor Titular de Clínica Médica de Pequenos Animais e Animais Selvagens. Departamento de Medicina Veterinária - Universidade Paranaense. Pesquisador do Instituto de Pesquisa, Estudos e Ambiência Científica - Universidade Paranaense. Consultor Ad-Hoc - CNPq, FAPESP e FINEP.
Ética e experimentação animal: fundamentos abolicionistas. Neste livro, a filósofa Sônia T. Felipe reconstitui os argumentos contrários à experimentação em animais vivos, formulados a partir de quatro perspectivas morais distintas e influentes: as tradições reli-giosas antigas, a filosofia moderna e contemporânea, a própria ciência e a tradição jurídica. Nessas quatro fontes, podem ser encontrados argumentos que sustentam a tese do valor inerente à vida de todas as espécies, e argumentos que sustentam o valor da vida de outros seres apenas se servirem aos propósitos ou benefícios humanos. As religiões, a filosofia moral tradicional, o direito e a ciência tiveram um papel relevante no legado moral do qual somos signatários. Mas, a par com essa mesma tradição, vozes dissidentes destacam-se na história, contrárias às práticas de crueldade contra os animais. É através dessas vozes que os animais têm sido defendidos. No livro, os argumentos críticos à filosofia moral tradicional são apresentados com clareza e rigor, permitindo ao leitor tirar suas conclusões sobre a necessidade de revisão dos cânones tradicionais da moral, aos quais estamos emocional e racionalmente acomodados. Em sua investigação, realizada quando do desenvolvimento de seu projeto de pós-doutorado em bioética, com recorte específico na zooética (ética da consideração dos animais), apoiado pela UFSC e pela Universidade de Lisboa, e sem apoio financeiro do CNPq, a autora examina artigos de teólogos do judaísmo, islamismo e cristianismo, das religiões hindus, do budismo e jainismo, sistematizando a concepção do estatuto dos animais e o conceito de dever moral humano em relação a seres que nascem em espécies biológicas distintas da humana, em cada uma dessas perspectivas. Para além do estatuto dos animais nas diversas teologias, a autora examina a questão ética da abolição de experimentos em animais vivos, a partir da polêmica estabelecida no âmbito da própria filosofia, e das três vertentes aí claramente expressas: a abolicionista, a conservadora e a bem-estarista. Considerando-se que a questão dos animais, na tradição ocidental, sempre esteve ligada à sua utilidade para os negócios humanos, a autora encerra o volume analisando, da perspectiva jurídica, a possibilidade de inclusão dos animais no âmbito da comunidade de sujeitos-de-direitos, a exemplo do que se fez, ao longo dos dois séculos mais recentes da história ocidental, com sujeitos humanos historicamente destituídos de estatuto jurídico. A inclusão dos animais na comunidade dos sujeitos de direitos implica em revisão do conceito de objeto de propriedade, ao qual estão condenados todos os seres vivos não pertencentes à espécie Homo sapiens. Os argumentos que sustentam a indústria da experimentação animal são de ordem econômica, não moral. Ao apontarem os benefícios, resultado da experimentação em animal vivo, para humanos, os defensores da indústria da experimentação omitem o custo, em dor e sofrimento, que tais experimentos representam para aqueles que são submetidos a eles, sem necessidade, sem recompensa, sem benefício algum. Um argumento que aponta os benefícios de uma ação para o sujeito que a pratica, e omite os malefícios da mesma para os que são atingidos por ela não pode tornar-se um argumento ético. Neste livro o leitor é convidado a pensar sobre a questão do sofrimento animal nessa perspectiva crítica e abolicionista.
Sônia T. Felipe é doutora em filosofia moral e teoria política pela Universidade de Konstanz, Alemanha, professora da graduação e pós-graduação em filosofia, e do doutorado interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC, orienta dissertações e teses nas áreas de teorias da justiça, ética animal e ética ambiental. Pesquisadora permanente do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, Membro do Bioethics Institute da Fundação Luso-americana para o Desenvolvimento, autora de, Ética e experimentação animal: fundamentos abolicionistas, Edufsc, 2007, e, Por uma questão de princípios, Boiteux, 2003.
O uso de animais vem sendo motivo de controvérsias e situações de conflito no ensino superior, em vem sendo cada vez mais explorado pela área científica, educacional, filosófica e jurídica. Trata-se de uma antiga metodologia aplicada ao ensino científico nas áreas das ciências biológicas e da saúde que, além de causar sofrimento e morte de milhares de animais anualmente no Brasil, provoca uma séria reflexão sobre questões referentes ao ensino e à ética. Este trabalho, de natureza interdisciplinar, é uma contribuição ao debate. Artigos de vários profissionais de distintas áreas expõem o tema de forma crítica e acessível, convidando a leitora e o leitor a uma reflexão aprofundada sobre as implicações destas práticas. Nele, as argumentações de cunho histórico, ético, educacional, filosófico e jurídico oferecem uma visão interdisciplinar e consistente para legisladores, juristas, educadores, estudantes, ambientalistas e demais ativistas de libertação animal.
Primeiro trabalho acadêmico, no Brasil, que faz uma reflexão acerca do uso de animais em experimentos científicos, tanto no ensino quanto na pesquisa. Foi apresentado como Dissertação de Mestrado ao Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, em 1995. Importante referencial teórico no debate acerca da vivissecção, tem inspirado monografias de conclusão de cursos universitários, teses em congressos ambientais e ações judiciais propostas em defesa dos animais.
João Epifânio Regis Lima: Professor de Filosofia da Ciência e Estética na Universidade Metodista de São Paulo, investiga as causas do silêncio, da naturalidade e da postura acrítica do meio acadêmico diante de uma prática violenta como a vivissecção. Para isso, baseia-se em depoimentos de profissionais e estudantes envolvidos com a experimentação animal e na análise dos componentes ideológicos e culturais que cercam tal prática. O silêncio é o problema; o material a palavra.
Lançamento do Instituto Nina Rosa
Este livro trata da humanização do ensino da área da saúde através da substituição do uso de animais vivos (vivisecção) na educação por métodos alternativos - modelos, vídeos, softwares - que demonstram ser tão ou mais eficazes do que o uso tradicional de animais em laboratório. Vem também colaborar com a tão almejada humanização curricular, visto que o uso de animais vivos pode levar os estudantes da área da saúde, a uma dessensibilização, transponível aos pacientes.
Sérgio Greif: biólogo e mestre em alimentos e nutrição pela UNICAMP. Coordenador do Departamento de Meio Ambiente da Sociedade Vegetariana Brasileira.
Publicação do Instituto Nina Rosa
Dados para entrega do pedido
Formas de Pagamento
Cartão de crédito
Boleto bancário on-line
Observações